A pedidos estou mostrando o jogo Lost Planet 2,
só que no modo Online.Espero que Gostem...
Activison pode parar de produzir jogos para PS3"Estou ficando preocupado com a Sony; o PlayStation 3 está perdendo um pouco de embalo e eles não estão me facilitando as coisas para apoiar a plataforma. É caro desenvolver para o console, e o Wii e o Xbox 360 estão vendendo mais. Os jogos geram retorno de capital melhor no Xbox que no Playstation", disse Bobby Kotick, executivo-chefe da Activision, em entrevista ao jornal The Times.
Caso a produtora realmente abandone o PlayStation 3, os jogadores não terão mais acesso a títulos como Call of Duty e Guitar Hero.Sejamos sinceros: F.E.A.R 2: Project Origin foi aquém do esperado. Os sustos do primeiro jogo foram deixados de lado na sequência, que, mesmo trazendo uma experiência bacana, acabou distanciando-se de suas raízes — algo notado, principalmente, pelos fãs do original. Agora, a Day 1 Studios promete trazer toda a essência de volta em F.E.A.R. 3.
Este é primeiro trabalho da desenvolvedora com a franquia, que, anteriormente, estava sob responsabilidade de Monolith Studios — a mesma da série Condemend. A promessa é manter as características de horror de F.E.A.R. e ainda trazer uma campanha com uma trama focada em dois jogadores. Vamos lá.
Compartilhando os sustos A dupla do game é formada por Point Man e Paxton Fettel, dois nomes que devem ser familiares para aqueles que jogaram o primeiro game da série. Se você não conhece os dois irmãos, fique calmo. Point Man era o protagonista do primeiro jogo, um supersoldado ordenado para matar Fettel, um mago utilizando seu dom para aniquilar pessoas inocentes. Ao final, Point Man cumpre sua missão e Fettel acaba com uma bala na testa.
No terceiro jogo, Fettel retorna como um fantasma que literalmente assombra cada movimento de seu irmão, ocupando um papel que está entre o antagonista e protagonista. O objetivo do fantasma, que busca ajuda de Point Man, é encontrar Alma, a misteriosa figura feminina que está no cerne de toda a história que envolve F.E.A.R. Com isso, cria-se uma tensão permanente entre os dois personagens, e Fettel ainda conta com uma jogabilidade diferente da convencional.
Fettel também pode ver algumas coisas invisíveis para Point Man. Algumas portas e passagens só serão vistas pelo fantasma, e o jogador que o controlar deverá escolher se deseja ou não compartilhar esta informação. Sem dúvidas, o modo cooperativo deve trazer vários caminhos diferentes para cada jogador.
As sequências com os Mechas de F.E.A.R. 2 também devem retornar no terceiro game. Aqui, contudo, o jogo exige mais atenção do gamer, assim como uma administração melhor de sua munição. Em certos momentos, os dois irmãos controlarão estas máquinas, atacando inimigos como helicópteros e mais.
Explorar o modo cooperativo através de um conceito diferente já faz de F.E.A.R. 3 uma excelente promessa. Resta esperar se tudo isto dará certo. O jogo ainda não tem uma data de lançamento definida, mas deve chegar às plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox 360 ainda neste ano.
A Google anunciou recentemente umAs esperanças da Google par ao novo Google TV não são nada menores do que “mudar o futuro da televisão”. Afinal, a aplicação permitirá que os usuários procurem em lisas de canais, a internet e dentro de bibliotecas pessoais. A extensão do conteúdo disponibilizado foi denominado pela gigante como “TV com vários milhões de canais”.
Implementado com o software da companhia, o Android, o conjunto levará então um processador Intel Atom CE4100 para levar a “televisão via web” em aparelhos HDTV integrados, ou ainda como um dispositivo à parte. Os conjuntos serão fabricados, é claro, pela Sony.
A aliança com a gigante japonesa deve colocar no mercado “a primeira televisão do mundo a incorporar o Google TV”, e os primeiro modelos são previstos para a próxima primavera (nos Estados Unidos, pelo menos). Entretanto, a Sony não deve simplesmente criar TVs simples compatíveis com o serviço, mas sim “combos” incluindo também um player de Blu-ray.
E, bem, é justamente isso que tem feito muita gente acreditar na possibilidade de que, dentro em breve, o alardeado Google TV possa rodar também no seu PS3 — seja via atualização de firmware ou com um acessório extra. Vale lembrar que os PS3 europeus já vem com uma possibilidade DVR (receptor de vídeo digital, na sigla em inglês) na forma do PlayTV.
Enfim, seria uma das prerrogativas reservadas para a tal “inscrição Premium” da PlayStation Network? Novamente, o negócio é chutar a bola para frente, e esperar que a E3 responda também essas perguntas. Aguarde novidades.

A publicação americana PlayStation: The Official Magazine já havia dito que o jogo estava sendo desenvolvido.
O estúdio Guerrilla Games fica na cidade de Amsterdã, Holanda, e criou a franquia Killzone em 2004, ainda para o sistema de videogame PlayStation 2 (PS2). Depois, em 2006, veio a versão para PSP, Killzone Liberation, e em 2009 finalmente veio Killzone 2 para PS3.
O jogo
Killzone é uma série de ficção científica que narra as guerras entre as forças da chamada Aliança Interplanetária e Estratégica (ISA, em inglês) e os alienígenas da raça Helghast.
A ação e a produção dos jogos Killzone é de ponta, e a série tem sido bem recebida pela crítica especializada.
Caso você ainda tenha algum receio sobre a qualidade do próximo produto final a levar a marca Medal of Honor, fique tranquilo. “Mais do mesmo” não parece estar nos planos da Electronic Arts. Pelo menos é isso o que dá a entender o produtor executivo Greg Goodrich: “nesse gênero, você tem que aparecer coma algo de qualidade — caso contrário, é melhor nem aparecer”. Como você já deve saber à essa altura, Medal of Honor (enfim) se desligou dos desgastados cenários da Segunda Guerra Mundial para apresentar algo com um apelo mais... atual — estranho utilizar o termo quando se fala de guerras, mas, enfim. Os combates agora são contemporâneos, e o inimigo principal não poderia ser outro senão o bicho-papão do momento: o Talibã.
Entretanto, algo se mantém dos títulos anteriores, como revelou recente demonstração por parte da EA. Conforme o seu grupo de especialistas altamente treinados e rigorosamente selecionados — o Tier 1 — aterrissa nas montanhas de Shahi-Kot, o que se vê é uma homenagem singela ao clássico cenário do desembarque na Normandia.
Entretanto, algo se mantém dos títulos anteriores, como revelou recente demonstração por parte da EA. Conforme o seu grupo de especialistas altamente treinados e rigorosamente selecionados — o Tier 1 — aterrissa nas montanhas de Shahi-Kot, o que se vê é uma homenagem singela ao clássico cenário do desembarque na Normandia.
Entretanto, nos dias atuais, essas paragens são utilizadas como reduto de guerrilhas afegãs entrincheiradas, escondidas de invasores estrangeiros. Nesse cenário, você desembarca como Dante Adams, operador que compõe uma equipe de quatro especialistas. A missão se dá durante o dia e, munido com metralhadora e escopeta, a ideia é vasculhar o vilarejo próximo em busca do inimigo.
Ambientes destrutíveis
O “pseudo-desembarque na Normandia” levado a cabo pela demonstração da EA trouxe ainda uma boa oportunidade para conferir os novos cenários destrutíveis de Medal of Honor.
É claro que você provavelmente perceberá pela primeira vez essa adição da maneira mais funesta possível: ao buscar cobertura atrás de qualquer anteparo, você rapidamente descobre que uma rajada inimiga pode rapidamente mandar tudo para o chão — a EA promete até mesmo furos de bala em tecidos entre outros detalhes para coroar o novo realismo da série.
Trabalho em equipe
Não. Pode ficar tranquilo. Não existe nada aqui que se assemelhe — nem de longe — ao conceito de um FPS (tiro em primeira pessoa) tático. Entretanto, a interação entre os membros da sua equipe provavelmente nunca foi tão requintada quanto promete agora a EA em relação ao novo Medal of Honor.
Os aliados agora trabalham juntos e se comunicam uns com os outros de forma bastante convincente. Isso reflete a perspectiva muito mais intimista e subjetiva que deve permear toda a campanha de MoH. A história é contada sob a ótica dos personagens, embora eventos históricos permaneçam como pano de fundo.
Basicamente, seus camaradas de equipe vão conversar, falar bobagens, discutir sobre o suprimento de munições — um botão permitirá que você peça suprimentos aos seus companheiros —, mascar chiclete, etc. Quer dizer, ainda é um jogo de guerra. Mas a guerra é feita por seres humanos, certo?
No mais, foi mencionado ainda que, em algum momento, você poderá pilotar um helicóptero — sem maiores detalhes, infelizmente —, além de afirmar que trabalha atualmente nos modos multiplayer do jogo. Por fim, a EA garante que o produto final deve ser algo que os fãs merecem. Inegável, sobretudo depois da longa espera.
Medal of Honor deve chegar às prateleiras dia 12 de outubro.Vivendo em velocidade máxima
A Codemasters adquiriu a franquia F1 em 2008, e desde então vem trabalhando neste game. O resultado é uma reformulação que busca criar um jogo que finalmente faça jus à popularidade da Fórmula 1. Embora tenham existidos títulos bons no passado, eles sempre ficaram à sombra de outros melhores, mais divertidos ou mais realistas. Uma das grandes apostas é o modo carreira, que estará consideravelmente mais robusto. Isso porque ele não se limita a realizar algumas pequenas decisões a respeito da equipe e ganhar as corridas. Dessa vez, você é um piloto de fato, devendo agir como tal e participar das atividades que a profissão requer — isso inclui conversas com jornalistas e até mesmo desmentir rumores.
Isso pode ser visto desde o começo da carreira, já que o modo começa em uma entrevista com a imprensa, na qual o jogador decide vários aspectos da experiência; desde a duração da série até as assistências providenciadas pela inteligência artificial, como a de freios e de direção.
Essas decisões influenciam significativamente a jogabilidade, já que afetam a disponibilidade de escuderias logo no início; um resultado da combinação da habilidade prevista do piloto e da duração da carreira. Quanto mais curta, mais alto você começa; quanto mais longa (até sete temporadas), menor a equipe inicial.
A partir daí, os objetivos são tanto de curto quanto longo prazo. Para se estabelecer como o piloto principal do time, é preciso obviamente vencer seu companheiro de equipe. Assim, você poderá dar opinião em como a escuderia deve proceder no desenvolvimento dos carros, na adaptação ao estilo de cada piloto e tudo o mais.
No médio prazo, vencer campeonatos de pilotos e de equipes também é importante, de forma a solidificar sua posição como um dos melhores profissionais do ramo. E no longo prazo, o que importa é sua carreira: como conseguir o máximo da equipe em que está, como chegar a outros times que você considera mais fortes, quais são os seus objetivos como piloto de Fórmula 1?
Previsão do tempo
Tudo isso não quer dizer que você ficará apenas no “blá blá blá”. Participar das corridas de dentro do cockpit ainda é o cerne da experiência e deve se manter como a parte mais divertida do título. Ou seja, saber pilotar ainda é requisito essencial para vencer em F1 2010 — não basta apenas ser um bom relações públicas.
Detalhes como a aceleração receberam modificações suplementares: agora, quando você está comandando monstros de quase mil cavalos de potência, é preciso tomar cuidado na primeira e segunda marchas para não perder o controle do veículo. Meter o pé na tábua nesses momentos pode resultar em acidentes desastrosos e no desperdício da corrida.
Porém, a outra grande aposta da Codemasters para F1 2010 é, sem dúvida alguma, o sistema de mudanças meteorológicas. Dinâmico, ele será responsável por inúmeras mudanças e é, segundo a desenvolvedora, um dos melhores já vistos em games de corrida. A razão disso é uma série de características que aprimoram o realismo e tornam tudo muito mais crível.
Por exemplo, caso comece a chover durante uma partida a pista ficará gradativamente mais molhada — e isso ocorre de forma heterogênea dependendo da condição do asfalto. Alguns lugares ficarão extremamente escorregadios rapidamente enquanto outros irão demorar mais tempo para encharcar; por estarem sob a proteção de árvores, por exemplo.
Isso fará com que os pilotos que estão correndo formem um “traçado seco”, assim como acontece na realidade. Quem seguir tal traçado conseguirá aproveitar a maior aderência da pista, enquanto aqueles que se desviarem pegarão pista escorregadia. Mas nem tudo é desvantagem: caso os pneus estejam superaquecendo, uma pequena passadinha na água pode ajudar a resfriá-los o suficiente.
O tempo de desenvolvimento do título é certamente extenso, e isso se reflete no cuidado e na atenção aos detalhes que está sendo dispensada pela Codemasters. Se tudo correr como planejado, teremos em breve um excelente jogo de corrida em mãos, que ainda terá como bônus a possibilidade de proporcionar uma breve olhada na vida de um piloto.
O game deve sair em setembro deste ano.
Depois de meses de suspense, a Sega finalmente revelou do que se tratava o secreto "Project Needlemouse", supostamente um jogo que traria o mascote Sonic de volta às raízes. A empresa realmente não estava brincando e o lançamento é nada menos do que um capítulo canônico, continuação direta das aventuras do ouriço azul no Mega Drive. "Sonic the Hedgehog 4" parte de onde "Sonic & Knuckles" terminou, com a derrota do Dr. Eggman, a destruição do Death Egg e a volta da Angel Island aos céus. Com a folga, o herói resolve então sair para explorar novos lugares, sem saber que seu inimigo ainda vive e prepara versões melhoradas de seus antigos capangas robóticos.
O novo jogo funciona exatamente como os jogos clássicos, com visão em 2D e ataques com apenas um botão. Toda a velocidade de Sonic está de volta, o que é essencial para o sistema de ranking global online, que marca os melhores tempos.
Yves Guillemot, diretor executivo da Ubisoft, disse durante a conferência dos investidores da empresa que o game Tom Clancy's Ghost Recon:Future Soldier foi adiado e não será lançado no fim do ano. “Devido a um ambiente muito competitivo, nós decidimos mover o game para fora do trimestre de Natal rumo ao trimestre de março. Isso também possibilitará mais tempo para os desenvolvedores.”
Conheça os personagens de "SOCOM 4"
Escrevendo no blog oficial do PlayStation, Richard Yap, gerente de produto da Sony Computer Entertainment para a Europa, revelou os cinco outros membros da equipe principal do novo "SOCOM 4" para PlayStation 3 (ainda sem nome definitivo), próximo game da série de ação tática da Zipper Interactive.
Park Yoon-Hee é uma sul-coreana de 30 anos cujo apelido é "Forty-Five" (45), em razão de ter pertencido à 45ª Brigada de Forças Especiais. Ela é membro do South Korean 707th Special Missions Battalion. Além de raciocínio e reflexos rápidos sob pressão, ela é expert em operações de cobertura, combate em curta distância e tem considerável experiência com cenários hostis. Segundo Ed Byrne, diretor de criação, ela é uma "personagem vital" na história.
A Electronic Arts e a DICE anunciaram que o game de tiro "Battlefield: Bad Company 2" receberá uma modalidade multiplayer cooperativa para até quatro jogadores, nas edições para Xbox 360 e PlayStation 3. O PC também pode ter a modalidade, mas ainda não está definido. A data de disponibilidade do download e seu eventual preço não foram informados. No modo Onslaught, os jogadores enfrentam "ondas de inimigos controlados por inteligência artificial" para completar objetivos nos mapas Atacama Desert, Isla Inocentes, Valparaiso e Nelson Bay, redesenhados com "nova iluminação, ciclo do dia, mais veículos e outros efeitos".
"O problema que temos no PC é que todos os nossos servidores são dedicados com provedores", explica o produtor associado Barrie Tingle no fórum oficial de "Bad Company 2" para PC. "Mudar um servidor de Conquest de 32 jogadores para um Onslaught de quatro jogadores elimina 28 vagas para jogadores to total disponível. Isso poderia causar um efeito dramático no ambiente online de PC se muitos servidores mudarem para Onslaught". "Não estamos descartando Onslaught no PC mas nesse momento estamos pesquisando como trazê-lo para PC sem afetar os jogadores que não tem Onslaught ou seus próprios servidores para rodá-lo".
Recentemente, algumas informações interessantes sobre o game surgiram na Official Xbox Magazine, revista estadunidense especializada em games. Confira.
Primeiramente, o artigo diz que “Você não será transferido para um homem com uma metralhadora que segura o gatilho e guia o retículo na tela. Desta vez, você estará voando um helicóptero. E atirando mísseis. E com as miniguns”.
Isso não é tudo, já que também foram liberados alguns detalhes sobre as localizações, os soldados, veículos, cooperativo e muito mais. Confira as novidades na lista abaixo.
Empolgado com Call of Duty: Black Ops? Então confira o mais recente vídeo do game, que deve chegar às lojas no dia 9 de novembro deste ano nas plataformas PC, PlayStation 3, Xbox 360 e Wi
Entretanto, as novas adições da rede não devem custar mais do que US$ 70, e a Sony ainda deve confirmar os planos de dar a cada assinante um jogo da PSN por mês — a escolha deve ser feita entre dois ou quatro jogo a cada mês. “Se você notar, jogos da PSN custam em média entre seis e nove libras [aproximadamente US$ 10] cada, dessa forma, ao longo do ano, vai valer a pena”, afirma a tal fonte misteriosa.
Que tal encarar as maiores feras da mitologia Greco-romana? Neste jogo de ação e aventura, baseado no remake do filme clássico Fúria dos Titãs, isto é possível. O game coloca o jogador nas batalhas épicas entre humanos e deuses como Hades e Zeus, em ambientes como pântanos, montanhas e até mesmo nas profundezas do Inferno.
Blur é um jogo de corrida que leva a assinatura da desenvolvedora Bizarre Creations, mesma responsável por jogos como Metropolis Street Racer e o ótimo Project Gotham. A idéia, entretanto, foi fundir as altas velocidades estilo arcade dos outros títulos da empresa com uma acentuada inclinação para a fórmula de Mario kart, em que armas e recursos extras dão o tom das disputas.
Basicamente, as corridas aqui são ditadas por “flash-mobers”, que são grupos que se apropriam em massa e rapidamente de um local urbano para promover corridas altamente improvisadas. Isso fica bastante claro na construção do percurso: saem de cena as clássicas barreiras de Project Gotham; agora todo mobiliário público estará à sua mercê — podendo, inclusive, ser totalmente explorado durante as corridas.
Enquanto que carros “tunados”, de corrida e para drift podem representar as escolhas mais óbvias, as opções são bem variadas. “Rat cars”, por exemplo, são verdadeiras sucatas que colocam o desempenho em um patamar mais elevado que a estética, enquanto que o bom e velho “carrinho da mamãe” também deve marcar presença, trazendo linhas simples e despretenciosas.
Inicialmente, você terá apenas dois espaços (“slots”) para colocar as armas coletadas através das pistas (embora outros sejam liberados conforme o jogo progride). Um forte pulso eletromagnético servirá para jogar os adversários para fora da pista, enquanto que “Barge” emite uma explosão lateral que manda os adversários próximos pelos ares. E, é claro, existe o bom e velho nitro, que traz uma oportuna explosão de velocidade, entre outras possibilidades.
O primeiro grupo utilizava os recursos de camuflagem e velocidade aumentada para eliminar um oponente de cada vez, esgueirando-se pela floresta e matando silenciosamente. Já os snipers preferem ficar a distância, utilizando armas de médio e longo alcance. Por fim, os super-heróis carregavam todos seus equipamentos e entravam de cabeça no conflito disparando para todos os lados.
A demonstração realizada por Camarillo — rodada em um Xbox 360 — mostrou o Nomad saltando entre edifícios e correndo pelas ruas desertas da “Grande Maçã” (Nova Iorque). Com os poderes do nanosuit ligado o Nomad foi capaz de dar saltos dignos dos Agents de Crackdown,enquanto sua camuflagem possibilitava ataques sorrateiros a inimigos despercebidos.
Acompanha Kratos numa viagem violenta
e destrutiva pelo mundo dos deuses gregos; descobre o seu passado amaldiçoado em God of War: Ghost of Sparta, um exclusivo para a PSP e PSPgo. Desenvolvido pela Ready at Dawn, o jogo revela a verdade do passado trágico de Kratos e da sua ascensão meteórica ao trono do Monte Olimpo.
Brutal e sangrento, inclui todos os ingredientes que adoras em God of War. A acção, enredo e gráficos são ideais para a PSP e o jogo em movimento, a qualquer momento e em qualquer lugar. Empunha as Lâminas do Caos na pele de Kratos e derrota criaturas mitológicas e exércitos da Grécia antiga.
Incorporando uma jogabilidade aumentada, um novo e impressionante arsenal e poderes mágicos devastadores,
A profundidade e escala da mais recente entrega da série God of War irão deixar-te boquiaberto. Afia as Lâminas do Caos em God of War: Ghost of Sparta para a PSP.
dora Splash Damage — a ser publicado pela Bethesda, responsável pela série
Mas, caso se insista em classificá-lo de alguma coisa, provavelmente o melhor seria: um jogo que pretende servir de ponte entre modos single e multiplayer. Exatamente. Enquanto a maioria dos títulos atuais traça linhas bastante definidas entre os modos offline e online, Brink tem o intuito de efetuar uma transição imperceptível. Quando menos perceber, a sua campanha se transformará em uma fornalha multiplayer. Simples assim.
Mas a extensão de Brink não fica por aí. As pretensões da Splash Damage se estendem também ao público alvo: a ideia é atrair tanto o público casual quanto o hardcore, cobrindo, é claro, todos os estratos intermediários. Aliás, é justamente dessa premissa que surge a necessidade de uma escalada gradual até o pandemônio que normalmente toma conta dos modos online.
“Eu estou jogando multiplayer?!?”
Você realmente vai gastar muito tempo em Brink explodindo miolos com objetivos bastante definidos. Isso é “single player”, é claro. Mas também terá escolher uma facção, atravessar diversos mapas e ajudar seus companheiros de ideal. E isso soa totalmente multiplayer.
Mas as escolhas são bastante claras: quer jogar sozinho? Ok. Com amigos? Também pode ser. Ou o negócio é acrescentar alguma variedade, e dividir o campo de batalha no Ark — último reduto em um planeta Terra colapsadoA fim de ligar os dois mundos, a Splash Damage utiliza um sistema bastante simples de recompensas baseadas em pontos de experiência. Em outras palavras, embora ainda seja possível dar uma de lobo solitário, você com certeza tem muito mais a ganhar caso resolva comprar a briga da sua facção dentro do Ark. Ponto para a Splash Damage.
Nada de “soldado nº 12” aqui
A fim de reforçar o ideal “single-multiplayer”, Brink acrescenta ainda toda uma gama de personalizações que você poderá lançar mão durante a criação do seu personagem no jogo. E isso tem um objetivo bastante claro: evitar as generalizações que normalmente põe por terra qualquer individualidade nos modos multiplayer tradicionais.
Dessa forma, o jogo traz um sem-número de rostos, traços, roupas e estilos. Com apenas alguns botões apertados no controle, um imenso brutamontes pode dar lugar a
um sujeito ágil de traços mais delicados. Entretanto, existem apenas três padrões básicos para a constituição de cada personagem: médio, ágil e pesado. É bom atentar para a escolha, já que isso vai influenciar muito no que o seu alterego poderá fazer dentro do jogo — e não poderá ser modificado posteriormente.
E aí vem novamente o sistema de recompensa que pretende coopta-lo para uma das facções do jogo: realize seus objetivos — comunitários, que fique claro —, e novos pontos de experiência poderão ser gastos com personalizações. O mesmo princípio vale também para as armas, já que Brink deve trazer também uma variada gama de modificações possíveis, entre miras telescópicas, suportes e munições.
No mais, as classes também devem acrescentar um elemento diferencial entre os jogadores. Um Operative (para todos os efeitos, um espião), por exemplo, tem a capacidade exclusiva de “escanear” e “hackear” o que sobrar de um inimigo caído, a fim de definir a localização dos seus aliados. Já um médico deve ponderar entre aumentar parcamente o nível de saúde de todos os aliados, ou reservar uma única cura completa. Enfim, escolhas. E prêmios para “encorajar” essas escolhas.
Fundir modos “single” com “multiplayer” parece, sim, um ideal um tanto intangível, a princípio. Afinal, isso já foi tentado antes, e, inevitavelmente, a coisa acabava sempre tendendo mais para um dos lados do espectro. Entretanto, a mudança praticamente imperceptível entre ambos os estilos, aliada à história atual e ao método de “recompensas por bom comportamento”, podem mesmo fazer de Brink um arauto de um novo estilo de se jogo. Um novo estilo muito bem-vindo
BulletstormPara quem ainda não leu a respeito da trama do game, basta saber que o personagem principal é Grayson Hunt, um antigo herói das galáxias que se viu forçado a cometer um ato de traição. Ao menos essa foi a opção dele, para não ter que executar um homem que ele sabia ser inocente. Em um dia ele foi da glória ao inferno, se tornando o homem mais procurado do universo. A saída foi viver ilegalmente, contrabandeando e saqueando naves no espaço.
Mas como o destino traça caminhos misteriosos, dez anos depois Grayson acaba cruzando com a nave espacial do general Serrano. Com uma raiva incontrolável ele simplesmente parte para cima com tudo o que tem. O resultado deste ato impensado é a queda de todos no solo mais próximo...
O palco do espetáculo — como já descrito em nossa prévia anterior — é o planeta de Stygia, outrora dominado pelas casas de diversão e opções de entretenimento para todos os gostos. O problema é que agora o que se vê por todos os cantos são malucos, ameaças mecanizadas e as ferozes plantas carnívoras, algo que descreveremos com mais detalhes em breve.
No trailer oficial e pelas imagens que foram divulgadas pela Epic fica claro que o jogo tem suas semelhanças gráficas com Gears of War (até mesmo pela temática, pelo mundo destruído e pelo uso da Unreal Engine). Mas o estilo de Bulletstorm — e a ousadia da People Can Fly — são logo evidenciados pelo uso das cores nos cenários.
O que se vê não são os tons de cinza, mas sim laranja nos céus, o azul no lastro elétrico de Grayson e o verde das plantas que estão apenas esperando para devorar o que cruzar o caminho delas. Aliás, a folhagem do jogo já parece ser muito superior ao que vimos em todos os títulos anteriores que utilizaram a Unreal Engine. Isso deve ter relação com a atualização que a empresa anunciou há pouco tempo, relacionada especificamente a esta área.
Uma mistura de Unreal com Devil May Cry
Embora os cenários e o estilo visual lembrem Gears of War, temos que dizer que a jogabilidade está muito mais próxima de Unreal. Primeiro porque a perspectiva é de primeira pessoa e segundo porque a velocidade da partida é muito alta. Grayson corre com velocidade e habilidade sobre-humana.
Mas a intenção do game, como evidenciada pela demonstração realizada no evento da Epic, não é apenas fazer com que o jogador mate os oponentes, mas sim com que ele pense em como vai fazer isso e que utilize o máximo de variação possível (daí o toque de Devil May Cry).
Para tal temos em primeiro lugar as diferentes armas e as combinações com objetos explosivos do cenário (que rendem ao jogador a pontuação com a classificação “Afterburner”). Explosões em massa rendem as palavras “Gang bang”. Um lastro elétrico pode ser aberto pelo jogador para puxar os oponentes e atirá-los no ar.
Em seguida temos o que parece ser a arma mais poderosa do protagonista: seus pés. Ele pode deslizar para dar golpes baixos e sair chutando tudo o que encontra pela frente, incluindo pilastras que saem voando para esmagar o que estiver pelo caminho (tamanha a força do chute). Outra alternativa é chutar a boca dos inimigos e fazer com que eles voem diretamente para os espinhos das plantas ou, em situações mais divertidas, para as bocas das plantas carnívoras.
Mais na E3
Apesar de ser “mais um FPS”, o jogo já mostra boa promessa de diferenciação. Levando em conta o currículo da People Can Fly e da própria Epic, podemos acreditar sem dificuldades que teremos em 2011 um grande jogo.
Tudo o que foi descrito até aqui é apenas uma amostra, já que as empresas devem liberar em breve detalhes sobre os aspectos da campanha (como demais cenários e inimigos) e das próprias modalidades multiplayer, já confirmadas.